
Ainda sou eu...
Prova disso é o canto do meu olho direito,
ou meu velho pateta em cima da cama.
Prova é o resto da vida inteira,
o resto das sextas feiras,
ou as manhãs de domingos...
São as fotografias,
diários empoeirados,
e a vontade de comer pamonha na chuva.
Prova é a Alice no meu mundo.
Quase tudo não mudou,
mas está tudo diferente.
"ainda estou confuso mas agora é diferente, estou tão tranquilo e tão contente"...
O fato é que fiquei azul, azulinha...
Fazia tempo, mesmo.
ResponderEliminarQue bonito, poeta inquieta. Que bom que está azul. :c)
Beijo grande.
Que bom que vc ainda passeia sua leitura aqui!
ResponderEliminarMuitos beijos!