terça-feira, 29 de março de 2011

Condensação


Me desfaço em nuvens
Sou só braços
Me derramo
Inteira sua
Sou chuva
Não tenho pernas

9 comentários:

  1. Aline,
    Seus poemas andam cada vez mais afiados, afinados.
    Beijo grande, poeta inquieta.

    Ivan Bueno
    blog: Empirismo Vernacular
    www.eng-ivanbueno.blogspot.com

    ResponderEliminar
  2. Como diz o ditado, a chuva "corre deitada", rs. Assim que é bom: há braços!
    ;)

    ResponderEliminar
  3. Um poema que literalmente se derrama. Muito bom mesmo: inciso, preciso, fluido, muito fluido...

    Beijo.

    ResponderEliminar
  4. Ivan,
    a Marina disse que eles estão menores! acho que eu gostei disso...rsrsrsr..
    Beeeijos!

    Lara,
    Um comentário que lembrou o Tonho, adorei!
    Há braços pra vc tbm!

    Celso,
    Obrigada! A ideia era realmente sair derramando e escorrendo tela afora, ou a dentro!
    Beijo

    ResponderEliminar
  5. Versos líquidos, lindos, sensuais, precisos... um beijo, Aline e que prossiga esta produção.

    Carmen.

    ResponderEliminar
  6. pq o tempo não para e acaba nos carregando, mesmo nos momentos em que só queremos derreter... ficar!
    Muitos beijos Marcio... vc estava fazendo a maior falta por aqui!

    ResponderEliminar
  7. sua visão tão delicada sempre me encanta! obrigada por vir Pérola!
    beijos...

    ResponderEliminar