sexta-feira, 8 de abril de 2011

ESTADO CIVIL

OLHA SÓ SEU ESTADO!
ESTADO DE FRIEZA
ESTADO CÍNICO
ME DEIXOU ASSIM
AMARGA DE MIM
NESSE ESTADO!
ESTADO DE CALAMIDADE
ESTADO SÓ
SÓLIDO
HOJE LÁGRIMA NÃO CAI
VOCÊ É QUEM SAI
VIDA A FORA
LEVANDO EMBORA
O NADA QUE ME OFERECEU
ESTADO LAMENTÁVEL!
ESTADO CRÍTICO
PIOR FOI EU TER ESTADO
AO SEU LADO
EM ESTADO DE GRAÇA
ESTADO DE ENCANTAMENTO
DO DESEJO AO TORMENTO
VIM PARAR NESSE ESTADO
DORMENTE DE PELE
SECA DE SALIVA
CARENTE DE CHEIRO
ESTADO SEM JEITO!
PACTO DESFEITO...

6 comentários:

  1. A gente chega nuns estados, às vezes... só a poesia para (de)penar.

    Beijo, flor.

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  2. um poema contundente e impactante. muito bom!

    um beijo.

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  3. Há momentos de rachaduras, de peles rasgadas, de tempo não preenchido e teu poema diz muito bem.

    Um grande beijo, bom final de semana.

    Carmen.

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  4. "Não estatize meus sentimentos, pra seu governo o meu estado é independente"

    Li o seu poema, que expressa força e desabafo e uma ira sem amargura e lembrei desta música do Renato Russo.

    Beijos!

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